domingo, 30 de outubro de 2011

Tour online por nossa catedral...




Olá pessoal, tudo bem?

Ande navegando pela internet e descobri este link que permite que nós visitemos nossa catedral pela internet, muito legal... Espero que vocês gostem...

Para acessar, basta clicar no link abaixo e curtir o passeio...

Conhecendo Dom Odilo Pedro Scherer...

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer

Arcebispo Metropolitano de São Paulo

Brasao Dom Odilo SchererIN MEAM COMMEMORATIONEM
Em minha memória

Biografia:

Nascimento: 21/09/1949 Local: Cerro Largo-RS / Brasil
Filiação: Edwino Scherer e Francisca Wilma Steffens Scherer

Ordenação Presbiteral: 07/12/1976 Local: Quatro Pontes, Diocese de Toledo-PR

Nomeação Episcopal: 28/11/2001

Ordenação Episcopal: 02/02/2002 Local: Toledo-PR

Arcebispo de São Paulo: 29/04/2007

Cardeal da Igreja: desde 24/11/2007

Estudos:

Filosofia : Seminário Maior Rainha dos Apóstolos, em Curitiba, e na Faculdade de Educação da Universidade de Passo Fundo-RS (1970-1975).
Teologia: Studium theologicum, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba-PR.
Especialização: Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1994-1996).
Doutorado: em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1988-1991).
Outros Cursos: Metodologia do Ensino Superior, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de Porto Alegre; aperfeiçoamento da língua alemã no Goethe-Institut de Staufen i.Br. (Alemanha), da língua francesa na Universidade de Lyon (França) e da língua inglesa, em Londres.

Atividades antes do episcopado:

Reitor e professor no Seminário Diocesano São José, em Cascavel-PR (1977-1978); Reitor e professor no Seminário Diocesano Maria Mãe da Igreja, em Toledo-PR (1979-1982 e 1993); Professor de Filosofia na Faculdade de Ciências Humanas Arnaldo Busatto, em Toledo-PR (1980-1985); na Universidade Estadual do Oeste do Paraná, em Toledo-PR (1985-1994); Professor de Teologia no Instituto Teológico Paulo VI, de Londrina-PR (1985); Vigário Paroquial e Pároco da paróquia-catedral Cristo Rei, de Toledo-PR (1985-1988); Reitor do Seminário Teológico de Cascavel-PR (1991-1992); Diretor e professor do Centro Interdiocesano de Teologia de Cascavel (1991-1993); Reitor do Seminário Maria Mãe da Igreja (1993); Membro da Comissão Nacional do Clero - CNBB (1985-1988); da Comissão Teológica do Regional Sul II da CNBB (PR., 1992-1993); Oficial da Congregação para os Bispos, na Santa Sé (1994-2001).

Atividades como bispo e cardeal:

Bispo Auxiliar de São Paulo, SP (2002-2007); Secretário-Geral da CNBB (2003-2007); Delegado da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe (2007); Secretário-Geral Adjunto da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe (maio de 2007); Arcebispo de São Paulo (desde 29 de abril de 2007); Membro do Conselho Permanente da CNBB (desde 2007); membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB (de 2007 a 2011); Cardeal da Santa Igreja Romana, do título de Santo Andrea al Quirinale, no Consistório de 24 de novembro de 2007); Grão-Chanceler da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (desde abril de 2007); Grão-Chanceler do Centro Universitário Assunção, de São Paulo (desde abril de 2007). Presidente Delegado da XII Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos (outubro de 2008). Enviado especial do Papa Bento XVI para as comemorações do 30º aniversário da mediação da Santa Sé entre a Argentina e o Chile para a solução do conflito do Canal de Beagle (dezembro de 2008). Membro da Congregação para o Clero (desde 2008); Membro do Conselho do Sínodo dos Bispos (desde 2008); Membro da Comissão de Cardeais para o estudo dos problemas organizativos e econômicos da S.Sé (desde 2009); Membro do Pontifício Conselho para a Família (desde 2009); Membro da Pontifícia Comissão para a América Latina (desde 2009); Membro da Pontifícia Comissão Cardinalícia para a supervisão do Instituo para as Obras de Religião (desde 2009); Membro do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização (desde 2010). Presidente do Regional Sul 1 da CNBB – Estado de São Paulo (desde junho de 2011); Presidente da Comissão da CNBB para a comemoração dos 50 anos do Concílio Vaticano II (desde 2011).

Escritos de sua autoria:

Justo sofredor: uma interpretação do caminho de Jesus e do discípulo, Ed.Loyola, 1995

Artigos em revistas e Jornais

Lema episcopal:

In meam commemorationem” (“fazei isto em memória de mim”).


Fonte: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br


Conhecendo Dom Edmar...

Dom Edmar Peron

Bispo Auxiliar de São Paulo - Titular de Mattiana

Vigário Episcopal da Região Belém

Lema: Ut faciam voluntatem tuam (Hb 10,7) – “Eis que venho para fazer a Tua vontade, ó Pai”.

Biografia:

Nascido em Maringá (PR - 04/03/1965), primeiro dos quatro filhos do casal Leonildo Peron e Aparecida Besagio Peron, o Padre Edmar Peron cursou Filosofia no Seminário Maior Arquidiocesano Nossa Senhora da Glória - Instituto de Filosofia (Maringá - 1983-1985) e Teologia no Seminário Paulo VI - Instituto Teológico Paulo VI (Londrina - 1986-1989); tendo sido ordenado Diácono por Dom Jaime Luiz Coelho, Arcebispo Metropolitano, no dia 23 de julho de 1989, foi também por ele ordenado Presbítero, no dia 21 de janeiro de 1990. Desde então serviu à Arquidiocese de Maringá como:

- Diretor Espiritual dos Filósofos (1991-1997);
- Vigário Paroquial e Pároco em diversas Paróquias;
- Membro do Conselho de Presbíteros (em períodos alternados) e do Colégio de Consultores;
- Assessor de diferentes pastorais e movimentos, especialmente a de Liturgia e Canto Arquidiocesano, por 9 anos;
- Após seus estudos em Roma (2000-2002), onde fez o Mestrado em Teologia Dogmática, especialização em Teologia dos Sacramentos, foi professor de Teologia Dogmática e Liturgia, inicialmente no Instituto Teológico Paulo VI e, ultimamente, na PUC-PR - Campus Londrina;
- Tem escrito na Revista de Liturgia desde janeiro de 2008.
- Durante os últimos três anos foi Reitor do Seminário de Teologia Santíssima Trindade, da Arquidiocese de Maringá, situado em Londrina.

- Nomeação episcopal: 30/12
- Ordenação episcopal: 28/02/2010
- posse como bispo auxiliar: 14/03/2010


Fonte: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br

Texto do Papa Bento XVI aos coroinhas



Queridos Acólitos, na realidade vós já sois apóstolos de Jesus! Quando participais na Liturgia desempenhando o vosso serviço no altar, ofereceis a todos um testemunho. A vossa atitude recolhida, a vossa devoção que parte do coração e se exprime nos gestos, no canto, nas respostas: se o fizerdes do modo justo e sem distracções, de um modo qualquer, então o vosso é um testemunho que toca os homens. O vínculo de amizade com Jesus tem a sua fonte e o seu ápice na Eucaristia. Vós estais muito próximos de Jesus Eucaristia, e este é o maior sinal da sua amizade por cada um de nós. Não vos esqueçais disto; e por isso vos


digo: não vos habitueis a este dom, para que não se torne uma espécie de hábito, sabendo como funciona e fazendo-o automaticamente, mas descobri todos os dias novamente que se realiza uma coisa grandiosa, que o Deus vivente está no meio de nós, e que podeis estar próximos dele e contribuir para que o seu mistério seja celebrado e alcance as pessoas.


Se não cederdes ao hábito e desempenhardes o vosso serviço a partir

do vosso intimo, então sereis verdadeiramente seus apóstolos e dareis frutos de bondade e de serviço em todos os âmbitos da vossa vida: na família, na escola, no tempo livre. Levai aquele amor que recebeis na Liturgia a todas as pessoas, especialmente onde vos aperceberdes que falta o amor, que não recebem bondade, que sofrem e estão sós. Com a força do Espírito Santo, procurai levar Jesu

s precisamente àquelas pessoas que são marginalizadas, que não são muito amadas, que tem problemas. Precisamente ali, deveis levar Jesus com a força do Espírito Santo. Assim aquele Pão, que vedes repartir no altar, será ainda partilhado e multiplicado, e vós, como os doze Apóstolos, ajudareis Jesus a distribui-lo entre o povo de hoje, nas diversas situações da vida. Assim, queridos acólitos, são estas as minhas últimas palavras para vós: sede sempre amigos de Cristo.


PAPA BENTO XVI, em audiência geral de 2 de agosto de 2006



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sábado, 3 de setembro de 2011

2 ANOS DE COSSE...




Que alegria poder comemorar dois anos de grupo de coroinhas... Já fazem dois anos que estamos juntos servindo a Jesus Cristo na Santa Eucaristia. Foram dois anos de muito aprendizado para todos nós. Nestes dois anos, podemos perceber a importância de ser coroinha e, mesmo depois de enfrentarmos dificuldades com o número de coroinhas continuamos juntos a serviço do altar. Espero que estes DOIS ANOS de grupo possam se tornar, quem sabe, 10. Parabéns ao Grupo de Coroinhas Santo Emídio.


04/09/2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Os Dez Mandamentos da Lei de Deus



Deus ao perceber que nossa vida andava desenfreada, resolveu estabelecer algumas regras que devemos seguir constantemente em nossas vidas. Essas regras possibilitam que tenhamos uma vida melhor junto a nossos irmãos e irmãs. Estas "regras" são:

1. Amar a Deus sobre todas as coisas.
2. Não tomar Seu santo nome em vão.
3. Guardar domingos e festas.
4. Honrar pai e mãe.
5. Não matar.
6. Não pecar co
ntra a castidade.
7. Não furtar.
8. Não levantar falso testemunho.
9. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.

Quando Jesus veio ao nosso mundo, ele estipulou um novo mandamento: "Amai-vos uns aos outros assim como Eu vos amei". Ao dizer isto, Jesus resumiu em poucas palavras os dez mandamentos, pois quem ama não rouba o seu próximo, não o mata, não o trai, não o desonra, não cobiça suas coisa...

Além dos Dez Mandamentos da Lei de Deus, a Igreja nos propõe cinco mandamentos para a vivência como católicos apostólicos romanos, que são:

1. Participar da Missa nos domingos e festas de guarda.
2. Confessar-se ao m
enos uma vez ao ano.
3. Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição.
4. Santificar as festas de preceito.
5. Jejuar e abster-se de carne conforme manda a Santa Madre Igreja.

"Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo"


sábado, 27 de agosto de 2011

Conhecendo Santo Emídio...

Emídio nasceu por volta de 273 em Treveri (Trier) noroeste da Alemanha, nos limites do Império Romano. Filho de família nobre e pagã e instruído nas artes liberais com filosofia e medicina.
Aos 27 anos quando, em contato com os cristãos, ouvindo as pregações de São Nazário e Celso converteu-se ao cristianismo.


Recebeu o Batismo, estudou as Sagradas Escrituras e iniciou seu ministério de pregação.
Suas pregações suscitavam muitas conversões, irritando os pagãos que o prenderam e levaram ao templo de Giove para ali ser linchado. Ao ser forçado a renunciar aos ensinamentos cristãos, fez uma solene profissão de fé, a qual foi seguida por um grande terremoto que espantou os linchadores do templo.
Por inspiração Divina, sentiu a necessidade de ir para a Itália. Com seus amigos Eupolo, Germano e Valentino, pôs-se a caminho, cruzou os Alpes e foi para Milão onde encontrou o bispo D. Materno, o qual, após conhecê-lo bem, e instruí-lo adequadamente, o ordenou sacerdote. Lá permaneceu durante três anos, no oratio de São Nazário onde pregava com ardor, convertendo seus ouvintes. Ele se refugia na casa de Graziano que tinha uma filha doente. Emídio conhecedor de medicina, a cura sob a condição de que fosse batizada. Assim toda família se converte e a menina ficou curada.
Diocleciano torna-se imperador e inicia uma perseguição aos cristãos e Emídio vai para Roma.


O jovem Levita seguiu para Roma onde o Espírito Apostólico lhe associou surpreendentes maravilhas. Foi com seus companheiros ao encontro de São Marcelino papa (295 a 304) que o considerou idôneo para assumir a responsabilidade de bispo; consagrou-o bispo e o destinou para Áscoli (Itália) onde uma comunidade cristã ardia em desejos de ter o seu pastor.


Emídio acolheu com amor a designação recebida do Pontífice e partiu para Áscoli com seus companheiros.
Áscoli, antiga cidade, havia sido destruída por Pompeu Estrabão. O filho, Pompeu Magno, a reconstruiu e então gozava de muito prestígio e foi reconhecida como METRÓPOLIS DE RAVENNA, na região da Calábria. Contava com mais de 80 mil habitantes. Pela estrada consular, SALARIA, que unia Roma e o mar Adriático. Era um famoso centro comercial e militar.
Ao longo do caminho, foi informado de que havia despertado uma perseguição. Então ele dirigiu seus cuidados para Abruzzo, conquistando para a fé a cidade de Pitino e outra cidade.
Os pagãos pensavam que EMÍDIO era a encarnação do deus Esculápio e o levaram ao tempo deste. Lá ele testemunhou sua fé e curou cerca de mil enfermos. Novo terremoto ocorre e o altar do templo é destruído, enfurecendo os pagãos e suscitando maior perseguição aos cristãos.


A chegada de EMÍDIO em Áscoli foi uma grande alegria para os mártires cristãos. O jovem pastor então entregou-se ao trabalho com todo fervor. Pregava, instruía e confortava sofredores, convertia, batizava, atingindo também os centros de Áscoli.


Como Áscoli era pagã e o prefeito da mesma perseguidor dos cristãos, EMIDIO inicia suas pregações em Áquila e Teramo. Ele então, começa suas pregações, promovendo curas e conversões aos milhares e até mesmo Polísia, filha do prefeito pagão. Não havendo água para tantos batismos, EMÍDIO bate numa rocha e jorra imediatamente água pura e límpida. É a fonte de Santo EMIDIO.


Depois de apenas três anos de trabalho intenso e fecundo, foi capturado pelos perseguidores, condenado à morte e decapitado no lugar onde depois se ergueu o TEMPLO DE SANTO EMÍDIO VERMELHO. Polímio se enfurece com a conversão da filha e a prende. Ela foge e se refugia junto ao Bispo EMÍDIO que tem ordenada a sua decapitação por Polímio.


Era 05 de agosto de 309. O Santo, antes de morrer, abençoa a cidade e pede que ela seja sempre livre da fome, das doenças e das guerras.


Os cristãos escavaram um sepulcro numa rocha e colocaram o seu corpo.
Mais tarde os ascolanos exumaram o seu corpo e o colocaram na cripta da Catedral. Santo EMÍDIO é venerado como protetor contra os flagelos do terremoto e invocado nos tempos dolorosos.
E na Vila Prudente é venerado e invocado para conseguir moradia, para proteger contra enchentes e outros males.